domingo, 9 de dezembro de 2018

Um pouco de respeito cairia bem




As redes sociais são incríveis, através delas, podemos conhecer pessoas que pensam como nós, integrar grupos com interesses em comuns, e nos expressar de forma que fora da realidade virtual, nem sempre podemos. O problema é que algumas pessoas são idiotas o bastante para expressarem opiniões que ofendem ou magoam o outro.
       Acho assim, se se seu amigo é deprimido, você não tem que colocar ele pra baixo, ou mandar ele se matar, ou jogar na cara dele que ele está doente e precisa de ajuda. Ele SABE disso! Se ainda não procurou ajuda, é um problema dele, e não cabe a você julgar. Aliás, já que você se acha no direito de julgar que ele está mentalmente desequilibrado, que está dando uma de psicólogo, por que não usa essa sua "boa vontade" pra conversar com ele e ajudá-lo? Talvez, se for um amigo menos egoísta, essa pessoa pare de sentir infeliz e buscar respostas em quizes sobre porque ela não é feliz e não consegue interagir com os outros. Julgar tudo e todos é fácil, apontar defeitos, qualquer um aponta, não é? Mas estender a mão para quem sofre e ajudar, ninguém quer. Não acho justo julgar sem antes tentar entender. As pessoas não estão doentes porque se sentem sozinhas e tristes e incompreendidas. Por que alguém pagaria um estranho para ouvir os seus problemas quando os que deveriam ser seus amigos não fazem nem questão de saber o que se passa com ele, antes de virem com conselhos de merda? Ah, por favor? Parem de repetir o que os outros repetem. Sejam autênticos em um mundo que perdeu sua autenticidade! Vocês que tanto julgam são os primeiros que transformam suas timelines e Stories em "diarios". Santa hipocrisia! E saiam do anonimato se quiserem seguir carreira como críticos das vidas alheias. Tenha coragem de marcar a pessoa se tiverem coragem de lhes apontar defeitos, e mais uma coisinha... Parem de achar que tudo gira ao redor de vocês, porque, podem ter certeza que, pelo menos no meu caso, quando algo me incomoda na pessoa, eu falo na cara dela e ponto. Mas se quiserem continuar com esse joguinho bobo de indiretinhas, então, tá. Vamos esquecer que não temos mais seis anos e continuar com essas alfinetadas idiotas quando poderíamos fazer algo para ajudar alguém. Não pode salvar o cãozinho abandonado? Ótimo, cuida do que você tem em casa. Não pode ser um bom amigo? Ótimo, não aborreça alguém que todo santo dia, se esforça para se agarrar a esperança de um amanhã melhor. Se não puderem somar, então sumam!

Outra coisa que tem me deixado inconformada é pessoas que se dizem "bruxas", ofendendo cristãos, e se esforçando para denegrir a imagem dos santos e de Deus. Eu não aprovo esse comportamento. Acho que isso não é uma atitude digna de uma bruxa que supostamente só faz o bem e busca o equilíbrio e a harmonia.
        Não pode haver harmonia onde há ódio, desrespeito e intolerância. Sabem o que esse tipo de gente consegue com suas atitudes? Motivos para os cristãos falarem mal de nós e dizerem que somos satânicas porque odiamos Jesus. Eu não odeio Jesus! Acho lindos todos os textos bíblicos, e com muito orgulho, carrego uma bíblia ao lado do meu grimorio!
      Quem diz que precisa odiar Jesus ou desprezar seus ensinamentos para ser um Wiccano, está equivocado! Lembrem-se que o nosso lema nunca foi "odiar e perseguir os cristãos". Não somos assim! O que está acontecendo? Espalhem amor em um mundo que está cego pelo ódio!
       Não podemos ser hipócritas e esquecer que mais da metade de nós, fomos ou ainda somos cristãos. Sim, tem pessoas que são wiccanas e ao mesmo tempo cristãs. Pode ser difícil conciliar as duas religiões, mas não é impossível. E eu pergunto, o que os "bruxos cristãos" (o termo pegou e existe , aceite) acham disso? Um desrespeito!
         Quem está em transição de uma religião para outra, costuma passar por uma indecisão muito grande. Não raro, sente medo de deixar uma religião onde se sente segura e que todos dizem ser certa, para assumir uma que todos dizem ser ruim e que o condenará ao inferno. Aí é que os membros têm de mostrar o quanto somos unidos e que não somos maus. Falar mal de Deus não pega bem, não é? E não deve ser praticado nem entre membros antigos que possa ter algum rancor contra a Igreja. Deus não tem nada a ver com as más ações dos homens.
   
Sei que estamos vivendo dias difíceis, mas se formos revidar cada pedrada que levarmos, se formos seguir "o olho por olho", nunca entraremos em harmonia, e nunca estaremos em paz. Não passaremos de seres inferiores que não conseguem ascender a quinta dimensão. Então, pensem nisso?

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

O que é a Psicometria?




O fenômeno de ler impressões e lembranças ao contato de objetos e documentos foi estudado no século XIX e foi denominado psicometria. O termo foi criado em 1849 pelo médico norte-americano J. Rhodes Buchanan, que pesquisou e realizou, durante vários anos, uma série de experiências com pacientes sonâmbulos.

Ernesto Bozzano, em seu livro Enigmas da Psicometria, narra mais de duas dezenas de casos impressionantes, demonstrando que o fenômeno ocorre quando se estabelece uma correlação do médium com o dono do objeto que lhe é apresentado. Não é importante que o possuidor esteja encarnado ou desencarnado. Importante que o objeto tenha sido tocado e utilizado pela pessoa, que, então, o impregna com seus fluidos pessoais.

André Luiz, pela psicografia de Francisco Cândido Xavier, servindo-se da orientação do Espírito instrutor Áulus, define psicometria como registro, apreciação de atividade intelectual, mas, especificamente, reportando-se aos trabalhos mediúnicos, designa a faculdade de ler impressões e recordações ao contato com objetos comuns. 5

Em visita a um museu, os Espíritos André Luiz e Hilário observam que quase todas as preciosidades expostas estavam revestidas de fluidos opacos, que formavam uma massa acinzentada ou pardacenta, na qual transpareciam pontos luminosos5, traduzindo as lembranças fortemente impregnadas dos que as haviam possuído.

Bastou a André tocar em um relógio para que se lhe descortinasse à visão mental uma reunião familiar, em que um casal se entretinha a conversar com quatro jovens. O objeto conservava as formas-pensamentos do casal que o adquirira e que, de quando em quando, visitava o museu para a simples alegria de recordar, alimentando, portanto, ainda mais o objeto com as suas vibrações.

Nas palavras de Áulus, o nosso pensamento espalha as nossas próprias emanações em toda parte a que se projeta. Dessa forma, deixamos vestígios espirituais, por onde passamos e tais vestígios podem ser percebidos por Espíritos de acordo com suas possibilidades evolutivas. Em se falando dos encarnados, por médium que detenha a faculdade dessa leitura.

Cada objeto pode, pois, ser um mediador para se entrar em relação com as pessoas que por ele se interessaram e até a registros de fatos da Natureza. De tudo se impregna a matéria inanimada.

Assim como o paleontologista pode reconstituir determinadas peças da fauna pré-histórica por um simples osso encontrado a esmo5, é possível, a partir de objetos, se descobrir traços das pessoas que os retiveram ou de fatos de que foram testemunhas. Tudo através das vibrações da energia que eles guardam em si.

Os simples objetos do nosso cotidiano, da cadeira que ocupamos em nosso posto de trabalho aos adornos e a tudo que nos serve no lar, impregnamos com nossas vibrações.

Quem detenha possibilidade de captar tais registros poderá sentir os reflexos do que somos, as marcas de nossa individualidade e poderá se sentir bem ou mal, emocional e momentaneamente, conforme seja o padrão moral dos registros identificados.

Isso explica porque a alguns figura penoso comparecer a determinados lugares. Lugares de horror como os campos de concentração, carregados de registros de crueldade e de dor. Ou mesmo a alguns castelos de séculos passados, cenários de tragédias terríveis. Esses, que detêm essa faculdade, essa sensibilidade, registram as presenças espirituais ainda prisioneiras de certos objetos, a guardá-los, como preciosidades de que não se podem desfazer.

E médiuns mais sensíveis, por vezes, guardam dificuldades com o ambiente de alguns hotéis. É Bozzano quem relata o caso da sra. Katerine Bates, autora de livros espiritualistas, que tinha dificuldades com a atmosfera psíquica de certos quartos. Não era incomum ter de deixar um quarto de hotel muito confortável por outro pequeno e escuro, por não suportar a atmosfera mental ou moral gravada no ambiente por qualquer dos ocupantes anteriores.

Por sua vez, o escritor inglês George Gissing, em seu livro Viagens na Itália, relata o caso que lhe aconteceu de psicometria de ambiente aberto. Estando em Crotona, teve visões históricas que remontavam a mais de dois mil anos. A que mais o impressionou foi a do massacre dos mercenários italianos por Aníbal, saindo de Crotona de retorno a Cartago. Ele desejava que todos eles o acompanhassem à África e, como se recusassem, decretou a carnificina que, nas mínimas particularidades, se desenrolaram aos olhos do escritor.

Daqueles acontecimentos estava impregnada a costa de Crotona, a praia, o promontório. E tudo foi visto, por cerca de uma hora, como se projetado em uma tela viva, vibrante, pelo atônito inglês.

O Drama da Bretanha, romance mediúnico recepcionado por Yvonne do Amaral Pereira, inicialmente do Espírito Roberto de Canalejas e, quarenta anos mais tarde, reconstruído pelo Espírito Charles, relata a história da infeliz Andréa, que dá fim a sua vida, precipitando-se no mar.

O Espírito, aguçando seus sentidos espirituais, revigorados, ademais, pela ação da vontade, presenciou as cenas, compulsando-as na psicosfera ambiente, como registradas em um livro de História, em extraordinária biblioteca, traduzindo-as à pena mediúnica de Yvonne.

E assevera: que isso poderá também ser presenciado pelo leitor na ação da vida espiritual, visto que suas cenas perdurarão por milênios impressas nas vibrações da luz. 3




Fonte: http://www.mundoespirita.com.br/?materia=psicometria

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Oração de proteção contra vampiros


Oh, anjo da minha guarda, nesta hora de terror, livre-me das más visões, do vampiro aterrador.
Deus me ponha a alma em guarda dos perigos, da tentação.
De mim, aparte os maus sonhos e opressões do coração.
Oh, anjo da minha guarda, me preserve dos vampiros. Por mim, pede à Virgem Maria enquanto for vivo. Amém.

Feitiço para libertação



Serve para se libertar de qualquer tipo de prisão como um vício, uma pessoa desagradável e dominadora, um senhor de terras cruel, medo ou qualquer coisas que faça a pessoa se sentir prisioneira. Deve ser recitado com concentração, visualizando grilhões se partirem e grades e paredes caírem.



Eiris sazum idisi
Sazum hera duoder.
Suma hapt heptidun,
Suma heri lezidum,
Suma clubodun
Umbi cuoniouuidi:
Insprinc haptbandun,
Inuar uigandun.


Uma vez que as Idisi pousaram aqui,
Resolveram aqui e lá.
Algumas prender grilhões,
Algumas obstruir os grupos na guerra,
Algumas afrouxar os vínculos dos bravos:
saltem por adiante dos grilhões,
Escapem dos grilhões.

Mojo contra íncubos e súcubos


Coloque em um mojo um trevo de cinco folhas colhido no nascer do sol no dia do Solstício de verão. Pendure-o sobre a sua cama e unte-o todo domingo com três gotas de qualquer óleo oculto de proteção. Esse amuleto protege contra demônios sexuais noturnos.



Fonte: Guia das bruxas sobre fantasmas e o sobrenatural -Gerina Dunwich

Para proteger o lar de espíritos malignos

Para evitar que espíritos malignos consigam entrar em sua casa, pendure erva-doce, alho, mirta ou tanchagem sobre todas as portas e janelas. Uma ferradura ou ramos de arruda amarrados com fita vermelha e pendurados sobre a porta da frente podem ser eficientes para o mesmo propósito. Plantar azevim ao redor da casa ou colocar folhas de louro em cada um dos cantos são outros dois métodos simples de manter espíritos malignos afastados.
         Um antigo método usado por cristãos e bruxos europeus para proteção contra espíritos malignos exigia que a erva-de-são-joao fosse colhida no dia de São João (24 de junho). A erva seria então pendurada sobre portas e janelas da casa, assim como celeiros, estábulos e outras edificações para evitar que espíritos malignos entrassem e se estabelecessem.
           Um antigo método mágico usado pelos assírios para evitar que espíritos malignos entrassem em suas casas exigia cinco amuletos na forma de cães fossem enterrados na frente e nos fundos da casa. Os assírios acreditavam que os espíritos dos cães guardavam os moradores a salvo do mal.



Fonte: Guia das bruxas sobre fantasmas e o sobrenatural - Gerina Dunwich

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Bênção de Macha



Que eu seja rápido como cavalos de Macha.
Que eu seja sempre bem-vindo em Seu salão.
Que eu possa aprender a sabedoria nos contos de Macha
E que eu passe para a batalha com ela ao lado.

Que a minha terra floresça frutuosamente.
E eu encontre prosperidade em tudo que eu faça.
Que eu possa aprender a magia de Macha
E ver com a luz de seu conhecimento.

A beleza da donzela Macha esteja comigo.
O abraço da mãe gentil Macha esteja comigo.
E que, quando a morte vier,
possa a rapidez da velha Macha guiar-me certeiramente.

Que eu possa dançar com Ela em abundância.
Que eu possa dançar com Ela em transformação.
Que eu possa dançar com Ela em beleza.
Que eu possa dançar com Ela no amor. 


Fonte:
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
 
Wordpress Theme by wpthemescreator .
Converted To Blogger Template by Anshul .