sábado, 17 de novembro de 2012

Talismã para combater a melancolia e a tristeza

Se você fica triste por qualquer motivo, renove seu estado de espírito com a seguinte magia:

Você vai precisar de:

* 1 pedaço de tecido de algodão branco
* 1 punhado de bétula seca
* uma fita branca para amarrar

Como fazer:

Faça um saquinho com o tecido e encha-o com a bétula seca, amarrando-o firmemente na boca, enquanto repete o seguinte encantamento:

"Vai, bétula, vai, minha amiga,
Leve embora toda a minha tristeza.
 Que cada folha seja uma formiga
enchendo meu celeiro de alegria e beleza."

Guarde o seu talismã com muito carinho em um lugar secreto, longe dos olhares alheios. Nunca permita que outra pessoa o toque.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Feitiço para acabar com o medo

 Para aprender a lidar com os medos e enfrentar com coragem a realidade que nos cerca não existe feitiço melhor do que este.

Você vai precisar de:

* 1 vela dourada
* óleo de verbena
* papel branco
* fita branca

Como fazer:

Unte a vela dourada com óleo de verbena. Escreva no papel branco todos os medos dos quais você quer se livrar; depois, dobre o papel e amarre com a fita branca, dando sete nós.
Acenda a vela e queime o papel, dizendo o seguinte encantamento:

"O fantasma do meu medo foi embora
e nunca mais vai me incomodar
com o poder da minha mente
eu o impeço de voltar.
Com a mente, com o fogo
e também o coração,
o medo vira coragem
e o desejo vira ação."

Queime o papel completamente, fazendo desaparecer todas as letras; pegue as cinzas que restaram e, em um lugar com plantas (um parque, jardim, etc), sopre-as sete vezes. Nada deve restar.

Sortilégio para acabar com a ansiedade

Irmã da impaciência e prima da preocupação, a ansiedade, muitas vezes, traz consigo a insegurança e a indecisão. Para se livrar de todas elas, você precisa fortalecer sua sabedoria, para ver claramente os caminhos e poder escolher com confiança, certo de que existe um tempo a ser vencido - um tempo entre você e seu objetivo - e de que, apesar dele, mais dia, menos dia, você vencerá todas as batalhas, porque está protegido e possui força, coragem e determinação.

Você vai precisar de:

* 1 vela amarela
* incenso de calêndula

Como fazer:

Pouco antes de se deitar, acenda a vela e o incenso. Olhando para o fogo da vela, respire fundo o perfume do incenso. Imagine que tudo está ficando amarelo à sua volta: a fumaça, a energia da calêndula, os móveis, o ar, você. Deixe que seus pensamentos da vida normal adormeçam, para que a sabedoria desperte em seu interior. Relaxe.
  Agora, concentre-se no problema propriamente dito e  tente buscar as primeiras soluções (ou se livrar dele, quando for apenas ansiedade, por exemplo). Pense sempre de um jeito positivo, substituindo a palavra "não" por expressões do tipo "Quero parar de fazer tal coisa" ou "Quero deixar de ser de determinado jeito." Se preferir, apenas peça ao Universo que lhe envie uma mensagem, sugerindo o que pode ser feito.
  Quando o incenso acabar, jogue as cinzas ao vento, enquanto repete o seguinte encantamento:

"Pensamentos incertos que ocupavam minha mente
Que para bem longe o vento os possa levar.
Agora, vocês são apenas frágeis cinzas.
E sozinhos é impossível que para mim possam retornar."

Deixe a vela queimar até o fim, de preferência ao seu lado, na cabeceira da cama, por exemplo - com todo o cuidado, claro! Deitada, olhe para a cama, visualize seus problemas indo embora e repita até adormecer:

"Que o amanhecer possa
de sabedoria, minha mente iluminar
trazendo uma resposta
já que aqui a ansiedade não pode ficar."

terça-feira, 6 de novembro de 2012

O caldeirão da bruxa

Instrumento característico da magia, o caldeirão possui uma simbologia que vai muito além de sua função propriamente, na medida em nele se processam as grandes transformações. Por essas e outras razões, ele está intimamente ligado ao mais nobre atributo feminino, a gestação, simbolizando assim, o útero da Grande Deusa.
 A prática da magia requer diversos instrumentos, tais como a varinha, a vassoura, o cálice, o grimório, o Livro das Sombras e o caldeirão, entre outros. De todos esses instrumentos, um dos mais significativos é o caldeirão, na medida em que sua imagem e simbologia praticamente se confundem com as bruxas e com a própria história da bruxaria. A figura do caldeirão da bruxa é uma das mais presentes no imaginário popular, tendo sido associado pelos destratores medievais da bruxaria como algo mau, que serviria até para cozinhar pessoas, o que de modo algum é verdadeiro, pelo contrário, quem cozinhava as pessoas  eram os inquisidores, que queimaram nas fogueiras milhares de mulheres que detinham o conhecimento e sabedoria ancestral.
  O caldeirão é o instrumento da bruxa por excelência. Recipiente original de uso culinário, ele guarda mistérios e tal qual o seu uso na cozinha, onde processa a transformação de alimentos em sopas e cozidos, ele também serve para transformar, no plano da magia, os anseios e desejos, ao servir para confeccionar poções e outros produtos mágicos.
  O caldeirão tem uma simbologia especial, o seu formato e função o ligam à representação mais significativa da Deusa Mãe, ou seja, o seu útero, o local da grande transformação e criação da vida, portanto o simbolo maior do sagrado feminino.
  É no caldeirão que a bruxa prepara seus feitiços e poções, além de servir para acender o fogo em alguns rituais quando não é possível acender uma fogueira ao ar livre.
  Suas funções, desse modo, são amplas e por sua representação simbólica, ele pode ser considerado o mais significativo instrumento da prática mágica. Em geral, o caldeirão é um pequeno pote escuro de ferro fundido, utilizado pelas bruxas para vários propósitos, como ferver poções, queimar incenso e guardar carvão, flores, ervas ou outros elementos mágicos. O caldeirão pode ser usado também como instrumento de adivinhação. Muitas bruxas costumam encher seus caldeirões com água na noite de Samhain, utilizando-os como espelhos mágicos para olhar o futuro ou passado, além de abrir uma porta de comunicação com os antepassados.
  Tradicionalmente, ele possui três pés que representam os três aspectos da deusa: a donzela, a mãe e a anciã, que simbolizam as três etapas da vida, a juventude, a maturidade e a velhice. É no caldeirão que se realiza a grande alquimia universal, pois nele as coisas se transformam tal qual ocorre no útero feminino: o grão se torna alimento, a raiz se torna remédio e elementos mágicos se tornam meios para a obtenção de dádivas e realizações.
Ao fazer uso do caldeirão, a bruxa deve estar ciente de sua simbologia sagrada e do poder que ele encarna. O caldeirão está relacionado ao elemento água e nos rituais ele deve ficar no centro do círculo mágico ou do altar.
  Fazer uso do caldeirão é uma dádiva. A mente deve estar limpa e purificada, na medida em que o caldeirão é o elo instrumental simbólico mais representativo de nossa ligação com a Grande Deusa: a Mãe Terra.

A Gravidez e o sagrado feminino


  As primeiras divindades reverenciadas possuíam o aspecto feminino, o que sugere que o homem primitivo cultuava a deusa. Prova disso são as inúmeras imagens em vários sítios históricos e arqueológicos que representavam a fertilidade, tanto da mulher como da terra.
 A tradição de Wicca busca essas antigas raízes ao cultuar a deusa como a expressão da Mãe Terra. Afinal, é sobre a terra que existimos, pois ela é a morada dos animais e das plantas. É dela que extraímos a água que bebemos, o ar que respiramos, os frutos que comemos.
 A associação da terra com o feminino se deve, sobretudo, ao aspecto da reprodução. Nos primórdios, o homem pré-histórico desconhecia o papel masculino na reprodução, mas conhecia muito bem o papel da mulher. Isso, por si só, envolve o feminino em uma aura sagrada, pois tal como a terra, que nos dá os frutos, a mulher nos dá a vida.
  Esse poder sagrado do feminino foi, aos poucos, se desfazendo, dando lugar a uma cultura patriarcal, fortalecida pelo cristianismo, que entre outras coisas, ajudou a valorizar os preconceitos contra o corpo da mulher e suas transformações. Exemplo maior disso é o sangramento menstrual, que passou a ser visto como algo impuro e sujo, diferentemente da visão matriarcal, que olhava o sangramento mensal das mulheres como uma fonte de poder.
 O mundo cristão patriarcal destruiu o mito do poder natural e feminino e com isso, a gravidez deixou de ser uma experiência espiritual profunda. Na visão patriarcal do mundo, a gravidez passa, inclusive a ser vista como fruto de uma prática pecaminosa, que é sexo. Logo, a gravidez carrega uma culpa  e a mulher é o depositário dessa culpa.

Não é à toa que neuroses e frustrações, como a depressão pós-parto passaram a fazer parte do cotidiano das mulheres que perderam o lado espiritual sublime ofertado pela natureza, cuja benção maior é a fecundação, a gestação e o parto. No mundo patriarcal, a gravidez, que faz da mulher o centro da vida, perde o seu significado sagrado. O papel de pai passa a ser mais importante e a mulher se transforma em mero instrumento de procriação, uma coadjuvante. Além disso, o aspecto telúrico é deixado de lado, pois o poder que emana da terra e da natureza é substituído pelo poder que vem do céu. Desse modo, a concepção, a gravidez e o parto passam a ser vistos como males necessários, meras impurezas materiais. O resultado ao longo dos séculos foi a cristalização de uma cultura de discrimanação e tormento para as mulheres, assim como a valorização da violência e dos valores da competição. Da mesma forma que uma mulher passa a ser vista como um mero instrumental, o mesmo se aplica à natureza, cujo propósito não poderia ser outro a não ser  a não ser de mero instrumento. Mesmo que à custa de sua degradação. O resultado é o colapso ambiental que vivemos.
  Mas a cultura da deusa e do feminino sagrado estão ressurgindo. Nos anos 1960, milhões de pessoas recusaram a guerra e o consumismo desenfreado e buscaram novas formas de vivência. O legado ainda está vivo e não apenas nos aspectos religiosos, mas também no comportamento de milhões de pessoas que atuam na luta ecológica e na valorização da paz, da convivência na diversidade, da cultura, das artes,e, acima de tudo, no respeito a todas as outras formas de vida no planeta, a nossa Mãe Terra.


Ritual de Ísis para a gravidez





Das deusas antigas, Ísis é representada, ora com chifres de vaca, ora como uma vaca. Essa representação possui forte significado, já que a vaca é relacionada ao leite, cconsequentemente acaba se referindo à amamentação. Na tradição de Wicca, há um ritual para Ísis destinado a garantir uma gravidez energeticamente positiva.

Material a ser usado:

* Um objeto circular, plano e dourado para representar o disco da deusa (pode ser uma moeda como as de R$ 0,25 centavos).
* Um copo virgem com leite

Como fazer o ritual:

Coloque o objeto circular dourado dentro do copo com leite. Molhe seu dedo médio da mão esquerda no leite.
Coloque então uma gota de leite em cada seio e na barriga.
Enquanto realiza esse procedimento invoque a deusa Ísis, dizendo:

"Ísis, mantenha esse bebê são dentro de mim e mantenha-me sempre segura para protegê-lo. Bendito no ventre, bendito no mundo."

Ao término da invocação, beba o leite e visualize a bênção de Ísis, derramando-se sobre você e o bebê.

Dica importante:  Caso você use uma moeda, lave-a bem, deixando-a de molho com água e sal grosso de um dia para o outro. Desse modo, você estará retirando toda a energia negativa da  moeda, já que não podemos esquecer que ela passa de mão em mão.
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