sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

O pêndulo e seu uso mágico




O pêndulo nada mais é do que um objeto suspenso por um cordão, preso pelos dedos indicador e polegar e que, de acordo com a interpretação de suas oscilações, é possível se obter respostas determinadas. Movimentos circulares em sentido horário normalmente significam “SIM” e movimentos em sentido anti-horário “NÃO”.
Muitos objetos podem ser utilizados como pêndulos ou em conjunto com eles:

Peneiras (Crivomancia);
Bíblias (Bibliomancia);
Alianças ou anéis do consulente (Dactilomancia);
Pedras ou chaves (Clidomancia ou Cleifomancia).


Hoje temos varias opções, como os modernos e caros pêndulos de cristal, madeira ou metais ocos, mas o objetivo sempre é o mesmo e o modelo ou recurso utilizado pouco influi; o que influi mesmo e a capacidade da pessoa que o maneja, o radiestesista.
A limitação de respostas afirmativas ou negativas faz com que muitos desistam da Radiestesia e busquem outro tipo de oráculo. Um grande erro, pois a limitação não está nas respostas que o pêndulo dá e sim em quem o maneja. Assim como a Magia, a Radiestesia necessita de tempo, muito estudo e dedicação.
O pêndulo, em sua simplicidade, é tão útil que não existe área na qual ele não possa ser empregado. Com ele é possível detectar doenças, encontrar uma gama de objetos, animais e pessoas, descobrir a verdade, prever o futuro, desvendar o passado entre outros.
Na “Arte”, o pêndulo é o fiel companheiro do mago, sendo útil tanto no auxilio em substituições rituais ou mesmo como sanador de dúvidas ao escolher um novo membro para o Coven, além de responder perguntas bastante diretas sobre qualquer assunto.

Quem responde através do pêndulo?!


Isso é um mistério! Alguns acreditam que seja o “Fluido Universal”, já conhecido pelos gregos. Outros acreditam no poder extra-sensorial do indivíduo. Há ainda quem diga que “alguém” responde através do pêndulo. Esse “alguém” pode ser um ser desencarnado, um elemental, entidades que habitam planos vizinhos, etc. Os livros teóricos não dão explicações muito satisfatórias e cada qual é livre para tirar suas próprias conclusões.
Muitos autores desaconselham o uso de pêndulos comprados em lojas, por dizerem que objetos fabricados não possuem alma ou carga mágica e que o correto seria que o mago tivesse um pêndulo fabricado para ele ou mesmo o fabricasse. Mas convenhamos, fabricar um pêndulo pode ser uma tarefa um tanto quanto difícil, e acredito que quando compramos algo ele passa a fazer parte de nós, e um bom ritual de limpeza e consagração o tornará pessoal e com muito poder. Mais uma vez cabe a você decidir se prefere comprar um pêndulo ou fazê-lo.Só desaconselho o uso de alianças, pois elas já foram consagradas para um devido fim, exceto aquelas compradas "virgens". Atenção também com coisas de procedência misteriosa (ex: jóias antigas), pois podem ter sido consagradas para algum fim, não terem boas energias ou até mesmo serem habitadas.

Limpeza do Pêndulo

Fabricado para (ou por) você ou não, o pêndulo deve ser limpo antes de ser consagrado para depois ser utilizado, afinal deve ter um monte de energias grudadas nele...
Existe uma infinidade de rituais, alguns bastante simples, outros que exigem muitas coisas e são mais complexos, mas o importante é limpá-lo fisicamente e energeticamente.
Uma técnica simples para aqueles feitos em cristal é o mergulho em água salgada . Uma opção é usar um pano limpo, e de preferência exclusivo para isso, embebido com água salgada. Ou se preferir, use o mesmo método utilizado em limpeza de cristais que consiste em pôr o seu pêndulo em uma vasilha com água e sal (preferêncialmente sal grosso) e deixe descansar por um dia e uma noite na janela de seu quarto para ele tomar um banho de sol e um banho de lua. Entretanto, esteja atento ao material do seu pêndulo antes de realizar essa etapa.  Se for de metal, provavelmente enferrujará se ficar na água por muito tempo. Prefira deixá-lo em um recipiente vazio. Se for de madeira, é aconselhável enterrá-lo, preferencialmente em uma terra fértil, com plantas, como um vaso por exemplo. Depois disso, lave seu pêndulo em água corrente e o consagre.
Outras formas são a defumação com incenso, exposição à chuva ou água corrente. Se seu pêndulo for sensível aos elementos, como metal ou madeira, o uso do tecido umidificado é bem eficaz!


Consagração do pêndulo

É comum consagrarmos nossos objetos mágicos, e o pêndulo não foge à regra. A consagração além de deixá-lo ainda mais poderoso poderá impedir que diga mentiras ou mesmo seja habitado por forças indesejáveis.
Caso tenha um altar, crie um ritual específico para este fim, ou banhei-o sob a luz da Lua Cheia. Pode dizer palavras como essas:





"Em nome da deusa, eu consagro esse instrumento para uso mágico.
Que através dele se ergam os véus e me seja revelada a verdade.
Passado, presente, futuro...
Agora eu vejo tudo."


Aprendendo a utilizar seu pêndulo

Depois de limpo e consagrado está na hora de começar a treinar o seu pêndulo. Se bem que quem é treinado é VOCÊ a compreender a linguagem que lhe é transmitida. A primeira coisa que se deve fazer é estabelecer o que é o “SIM” e o “NÃO”, depois deve-se começar os treinos.
Existem exercícios simples que podem ser feitos (como encontrar objetos escondidos em uma sala). Vá aumentando a dificuldade dos exercícios até quando você sentir que seu pêndulo já está apto a responder suas perguntas com certeza.
É muito importante ter a mente vazia para não influenciar o pêndulo na hora em que for utilizá-lo. Exercícios de relaxamento e meditação são aconselhados antes da prática da Radiestesia.
Pode-se usar ferramentas complementares ao pêndulo, como o tarot por exemplo, mas em mãos habilidosas e mentes afiadas, o uso do pêndulo favorece grandemente seu usuário.

Mão passiva e mão dominante


Muitas pessoas têm duvidas a respeito de com qual mão devem manusear o pêndulo. O certo é utilizar sua mão dominante, que é a mão que você utiliza mais: a mão com a qual escrevemos. No caso de Ambidestros, use a que você tem menos dificuldade ou aquela que você escreve melhor.
A mão passiva é a outra, e ela é usada como receptora de energia.

Movimentos do pêndulo:


Você já deve ter notado que o pêndulo faz outros movimentos além dos circulares. Segue agora uma pequena descrição e possíveis interpretações desses movimentos.
Reto, vertical: separação, desarmonia, falta de sintonia;
Reto, horizontal: ligação, harmonia, sintonia;
Oscilações com vários sentidos: pergunta mal formulada;
Parado: falta de sintonia. Tente perguntar em outro lugar, o pêndulo pode ainda não estar bem treinado ou em duvida. O pêndulo sempre fala a verdade. Cabe a você estar preparado para "ouvi-la" e interpreta-la.


Faça perguntas claras e objetivas respeitando o “SIM” e o “NÃO”. No começo talvez ele não reaja como o esperado, mas não desista. Com sabedoria e paciência, o pêndulo será seu aliado para todas as horas. Treino é tudo.
O número de perguntas a se fazer ao pêndulo é ilimitado, mas recomenda-se sabedoria nestas horas. Perguntar coisas óbvias é perda de tempo para agir sobre o problema. Peça ajuda somente quando precisar. Lembre-se que prever o futuro com o pêndulo é relativamente fácil. Difícil é saber realmente o que fazer com esta informação e saber que ela possui um prazo de validade. Pois o futuro não é imutável.
























Deusa Ísis


Ísis (em egípcio: Auset) foi uma deusa da mitologia egípcia, cuja adoração se estendeu por todas as partes do mundo greco-romano. Foi cultuada como modelo da mãe e da esposa ideais, protetora da natureza e da magia. Era a amiga dos escravos, pescadores, artesãos, oprimidos, assim como a que escutava as preces dos opulentos, das donzelas, aristocratas e governantes. Ísis é a deusa da maternidade e da fertilidade.
Os primeiros registros escritos acerca de sua adoração surgem pouco depois de 2500 a.C., durante a V dinastia egípcia. A deusa Ísis, mãe de Horus, foi a primeira filha de Geb, o deus da Terra, e de Nut, a deusa do Firmamento, e nasceu no quarto dia intercalar. Durante algum tempo Ísis e Hator ostentaram a mesma cobertura para a cabeça. Em mitos posteriores sobre Ísis, ela teve um irmão, Osíris, que veio a tornar-se seu marido, tendo se afirmado que ela havia concebido Horus. Ísis contribuiu para a ressurreição de Osiris quando ele foi assassinado por Seth. As suas habilidades mágicas devolveram a vida a Osíris após ela ter reunido as diferentes partes do corpo dele que tinham sido despedaçadas e espalhadas sobre a Terra por Seth. Este mito veio a tornar-se muito importante nas crenças religiosas egípcias.

Ísis também foi conhecida como a deusa da simplicidade, protetora dos mortos e deusa das crianças de quem "todos os começos" surgiram, e foi a Senhora dos eventos mágicos e da natureza. Em mitos posteriores, os antigos egípcios acreditaram que as cheias anuais do rio Nilo ocorriam por causa das suas lágrimas de tristeza pela morte de seu marido, Osíris. Esse evento, da morte de Osíris e seu renascimento, foi revivido anualmente em rituais. Consequentemente, a adoração a Ísis estendeu-se a todas as partes do mundo greco-romano, perdurando até à supressão do paganismo na Era Cristã.
Na arte, Ísis foi originalmente retratada como uma mulher com um vestido longo e coroada com o hieróglifo que significava "trono". Por vezes foi descrita como portadora de um lótus ("Nymphaea caerulea"), ou como um sicômoro ("Ficus sycomorus"). A faraó, Hatshepsut, foi retratada em seu túmulo sendo amamentada por um sicômoro que tinha um seio.
Após ter assimilado muitos dos papéis da deusa Hathor, a cobertura de cabeça de Ísis passa a ser a de Hathor: os cornos de uma vaca, com o disco solar inscrito entre eles. Às vezes, também foi representada como uma vaca, ou uma cabeça de vaca. Normalmente, porém, era retratada com o seu filho pequeno, Hórus (o faraó), com uma coroa e um abutre. Ocasionalmente, foi representada ou como um abutre pairando sobre o corpo de Osíris, ou com o Osíris morto em seu colo enquanto por artes mágicas o trazia de volta à vida.Na maioria das vezes Ísis é retratada segurando apenas o símbolo Ankh com um pequeno grupo de acompanhantes, mas no período final de sua história, as imagens mostram-na, por vezes, com itens geralmente associados apenas a Hathor: o sistro sagrado e o colar símbolo de fertilidade "menat". No "The Book of Coming Forth By Day" Ísis está representada de pé sobre a proa da Barca Solar, com os braços estendidos.A estrela "Sept" (Sirius) está associada a Ísis. O surgimento dela no firmamento significava o advento de um novo ano, e Ísis foi igualmente considerada a deusa do renascimento e da reencarnação, e como protetora dos mortos. O Livro dos Mortos descreve um ritual especial, para proteger os mortos, que permitia viajar em qualquer parte do mundo subterrâneo. A maior parte dos títulos de Ísis tem relação com o seu papel de deusa protetora dos mortos.
 No Império Antigo, da III à VI dinastia egípcia, entre 2686 a.C. e 2134 a.C., os panteões das cidades egípcias variaram de região para região. Durante a V dinastia, Ísis pertenceu à Enéade da cidade de Heliópolis. Acreditava-se então que ela era filha de Nut e Geb, e irmã de Osíris, Néftis e Seth. As duas irmãs, Ísis e Néftis, muitas vezes eram representadas nos sarcófagos com grandes asas esticadas, como protetoras contra a maldade. Como deidade funerária, Ísis foi associada a Osíris, senhor do submundo (Duat), e foi considerada sua esposa.
 A mitologia tardia (ultimamente em resultado da substituição de um outro deus do submundo, Anúbis, quando o culto de Osíris ganhou mais importância) fala-nos do nascimento de Anúbis. A narrativa descreve que, como Seth negava um filho a Néftis, esta então disfarçou-se como Ísis, muito mais atraente, para seduzi-lo. O plano falhou, mas Osíris passou a achar Néftis muito atraente, pensando que ela era Ísis. Eles copularam, o que resultou no "nascimento" de Anúbis. Em outra narrativa, Néftis deliberadamente assumiu a forma de Ísis, a fim de enganar Osíris e assim obter dele a paternidade de seu filho. Com medo das represálias de Seth, Néftis persuadiu Ísis a adotar Anubis, de modo a que a criança não viesse a ser descoberta e morta. Essa narrativa explica tanto porque Anúbis é visto como uma divindade do submundo (uma vez que se torna filho de Osíris), quanto porque não poderia herdar a posição de Osíris (uma vez que não era um herdeiro legítimo), preservando posição de Osíris como Senhor do submundo. Deve ser lembrado, no entanto, que este novo mito foi apenas uma criação posterior do culto de Osíris que queria retratar Seth em um papel de maldade, como inimigo de Osíris.
 Em outro mito de Osíris, Seth preparou um banquete para Osíris apresentando uma bela caixa e declarando que, quem coubesse perfeitamente nela, poderia ficar com ela como um presente. Ora, Seth havia medido Osíris enquanto este dormia, certificando-se assim que este era o único a caber perfeitamente na caixa. Após vários dos presentes terem tentado encaixar-se nela, chegou a vez de Osíris, que a preencheu perfeitamente. Seth então fechou a tampa da caixa, transformando-a num caixão para Osíris. Em seguida, Seth afundou a caixa fechada com Osíris nas águas do rio Nilo, que a levaram para muito longe. Assim que soube do ocorrido, Ísis foi procurar a caixa, para Osíris pudesse ter um enterro apropriado. Foi encontrá-la na longínqua Biblos, cidade na costa da Fenícia, e trouxe-a de volta ao Egito, ocultando-a em um pântano. Entretanto, naquela noite Seth foi à caça, vindo a encontrar a caixa oculta. Enfurecido, Seth retalhou o corpo de Osíris em catorze pedaços, e os espalhou por todo o Egito, para se certificar de Ísis jamais poderia encontrá-los e dar assim um enterro adequado a Osíris. Ísis e Néftis, sua irmã, dedicaram-se então à busca dos pedaços, tendo conseguido encontrar apenas treze. Um peixe havia engolido o último, o pênis, que Ísis refez utilizando magia. Desse modo, com todas as partes reunidas do corpo morto de Osíris, ela pode conceber Hórus. O número de partes do corpo de Osíris é descrito de forma variável nas paredes de diversos templos, entre catorze e dezesseis e, ocasionalmente, em quarenta e duas, uma para cada nomo ou distrito.

Através da fusão de seus atributos com os de Hathor, Ísis tornou-se a mãe de Hórus, mais do que sua esposa, e isto, quando as crenças acerca de Ra absorveram Atum em Atum-Ra, sendo ainda necessário ter-se em conta que Ísis integrou a Enéade, como a esposa de Osíris. É necessário explicar, entretanto, como é que Osíris que (como Senhor da Morte) estava morto, pode ser considerado pai de Hórus, que não era considerado morto. Este conflito nas narrativas conduziu à evolução da ideia de que Osíris necessitava de ser ressuscitado e posteriormente, à versão da Lenda de Osíris e Ísis de que o grego Plutarco, no século I, em "De Iside et Osiride", nos deixou a versão mais extensa atualmente conhecida.
Um outro conjunto de mitos tardios detalha as aventuras de Ísis após o nascimento do filho póstumo de Osíris, Hórus. Foi dito que Ísis deu à luz Hórua e Khemmis, pensa-se, no delta do rio Nilo. Muitos perigos surgiram para Hórus após o seu nascimento e Ísis navegou com o pequeno Hórus para escapar da ira de Seth, o assassino de seu esposo. Em um instante, Ísis curou Hórus de uma picada mortal de escorpião, além de outros milagres com relação ao cippi, as placas de Hórus. Ísis protegeu e promoveu Hórus até que estivesse suficientemente grande e forte para encarar Seth e tornar-se, subsequentemente, faraó do Egito.
 De modo a ressuscitar Osíris com o fim de gerar um filho, Hórus, era necessário a Ísis "aprender" magia (que por muito tempo havia sido um atributo seu, antes do surgimento do culto a Ra), e então passou a afirmar-se que Ísis enganou Ra (Amon-Ra ou Atum-Ra), fazendo com que este fosse picado por uma serpente egípcia - para o que apenas ela possuía a cura -, para que este lhe dissesse o seu nome "secreto". Os nomes das divindades eram secretos, de domínio apenas dos altos líderes religiosos, uma vez que esse conhecimento permitia invocar o poder da divindade. Que ele fosse usar o seu nome "secreto" para "sobreviver" implica que a serpente tivesse que ser uma divindade mais poderosa do que Ra. Ora, a mais antiga divindade conhecida no Egito foi Uadjit, a cobra egípcia, cujo culto nunca foi suplantado na antiga religião egípcia. Como uma divindade da mesma região, teria sido um recurso benevolente para Ísis. O uso dos nomes secretos tornou-se um elemento central nas práticas mágicas egípcias do período tardio, e Ísis é invocada muitas vezes para que use "o verdadeiro nome de Rá" durante os rituais. Ao final do período histórico do antigo Egito, após a sua ocupação pelos gregos e pelos romanos, Ísis tornou-se a mais importante e poderosa divindade do panteão egípcio por causa de suas habilidades mágicas. A magia é um elemento central em toda a mitologia de Ísis, possivelmente mais do que para qualquer outra divindade egípcia.

Após a conquista do Egito por Alexandre o Grande o culto de Ísis difundiu-se através do mundo greco-romano. No período helenístico Ísis adquiriu uma nova posição como deusa dominante no mundo mediterrânico.
Cleópatra vestia-se como Ísis quando aparecia em público, e era chamada de Nova Ísis.
Em Roma, Tácito registrou que após o assassinato de Júlio César, foi decretada a construção de um templo em honra de Ísis; Augusto suspendeu esta construção, e tentou trazer os Romanos de volta às antigas divindades, que eram estreitamente associadas à figura do Estado. Eventualmente o imperador Calígula abandonou os cuidados de Augusto em favor do que foi descrito como "cultos orientais", e foi em seu reinado que o festival de Ísis foi estabelecido em Roma. De acordo com Flávio Josefo, Calígula vestiu-se como uma mulher e tomou parte nos mistérios que instituiu.

Paralelos com a Virgem Maria

Alguns eruditos traçam paralelos entre a adoração de Ísis na época final do Império Romano e a adoração à Virgem Maria cristã. Quando o cristianismo começou a ganhar popularidade, difundindo-se na Europa e em todas as partes do Império, os primitivos cristãos converteram um relicário da Ísis egípcia em um para Maria e de outros modos "deliberadamente tomaram imagens do mundo pagão".
Embora a Virgem Maria não seja idolatrada pelos cristãos (é venerada tanto pelos Católicos quanto pelos Ortodoxos), o seu papel, como figura de mãe compassiva, tem paralelos com a figura de Ísis. O historiador Will Durant observou que "os primitivos Cristãos por vezes fizeram os seus cultos diante de estátuas de Ísis amamentando o filho Hórus, vendo nelas uma outra forma do nobre a antigo mito pelo qual a mulher (isto é, o princípio feminino) é a criadora de todas as coisas, tornando-se por fim, a "Mãe de Deus"". Hórus, sob este aspecto infantil, foi denominado Harpócrates pelos antigos Gregos.
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